quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Radiografia da publicação acadêmica em acesso aberto e seus indicadores bibliométricos





Por Lilian Nassi-Calò


Um detalhado relatório de um estudo¹ elaborado pela Science-Metrix² sob o patrocínio da National Science Foundation dos Estados Unidos, analisa a situação do Acesso Aberto no segundo semestre de 2016. O estudo¹ publicado em janeiro de 2018 utilizou como universo de artigos os indexados nas bases de dados WoS e Scopus e como fonte de identificação da condição de acesso aberto dos artigos a base de dados science. O estudo identificou que entre os países de maior produção científica mais de 50% dos artigos publicados entre 2010 e 2014 estavam disponíveis em acesso aberto sendo que o Brasil ocupava a liderança com 75% dos artigos. O estudo apresenta também os padrões de citação dos artigos em acesso aberto em relação aos comercializados.


O movimento do Acesso Aberto, iniciado no final dos anos 1990 por meio de iniciativas de inúmeros defensores, instituições, agências de fomento e publishers, se consolida na Reunião de Budapeste em fevereiro de 2002 com a publicação da Budapest Open Access Initiative – BOAI – que definiu os termos Via Verde (Green Route) e Via Dourada (Gold Route), entre outros conceitos. A Declaração que definiu o Acesso Aberto elimina, além das barreiras de disponibilização, também as barreiras de direitos autorais que impediam a livre reprodução, intercâmbio, cópia, e etc. para fins legais dos conteúdos publicados em acesso aberto, sendo a única restrição à reprodução e distribuição o de conferir reconhecimento aos autores e citá-los apropriadamente. Vale lembrar o pioneirismo do SciELO, que iniciou formalmente a publicação em acesso aberto em 1998, ou seja, quatro anos antes da BOAI.


O que é, como funciona e quais as vantagens do Blockchain?

Mais conhecida por ser usada no Bitcoin, tecnologia possui um potencial enorme e que vai muito além das criptomoedas.






Blockchain tornou-se uma das palavras mais comentadas do mercado nos últimos meses e esse barulho em torno dela deve apenas aumentar, à medida que mais e mais empresas anunciam planos que envolvem a tecnologia.


Para quem não tem familiaridade com o tema, pode ser um assunto um tanto complicado, já que é razoavelmente técnico, mas o conceito central é bastante simples na verdade.


O que é o Blockchain?


O objetivo e o alcance do Blockchain foram descritos lindamente pelo engenheiro de software Marc Andreessen. “A consequência prática (...é...) pela primeira vez, uma maneira para um usuário na Internet enviar um pedaço único de propriedade digital para outro usuário na Internet, a ponto de que a transferência é garantida como segura e protegida, todos sabem que a transferência foi realizada, e ninguém pode questionar a legitimidade da transferência. É difícil exagerar as consequências desse avanço.” 


Resumindo: o Blockchain permite que duas pessoas negociem propriedades digitais sem nenhum risco de fraude, roubo, interferência de terceiros ou a necessidade de um intermediário.


Com frequência, você verá o Blockchain e as criptomoedas serem usados nas mesmas frases e/ou textos. E isso acontece porque uma boa parte das criptomoedas usa a rede do Blockchain para rastrear a movimentação das suas moedas.


Como o Blockchain funciona


O método mais usado atualmente para armazenar informações é manter uma base de dados central protegida. Por exemplo, você sabe exatamente quanto dinheiro há na sua conta neste momento? A maioria de nós teria de abrir o aplicativo do banco no celular para verificar, e então o banco nos dirá qual o saldo da conta.


Estamos confiando no banco e na sua base de dados. Existem vários saldos e verificações possíveis para garantir que o banco não comece a mentir para nós, mas o fato continua sendo que o banco possui as informações e nós confiamos no que ele nos diz.


A tecnologia Blockchain funciona a partir de um princípio totalmente diferente.


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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

‘New York Times’ introduz realidade aumentada às suas reportagens

    Exemplo de experiência de realidade aumentada do jornal ‘NYT’ (Reprodução/New York Times)


O jornal americano “New York Times” divulgou nesta segunda-feira (5) sua primeira reportagem com uso de realidade aumentada (AR, na sigla em inglês), que traz para o leitor uma perspectiva tridimensional sobre as técnicas de quatro atletas que competirão nas Olimpíadas de Inverno de 2018, em PyeongChang, na Coreia do Sul.


A estratégia já havia sido anunciada na semana passada, em artigo no qual o jornal prometeu extrapolar os limites das telas dos dispositivos digitais para “levar as notícias para dentro de casa”.


O texto propõe a expansão do jornalismo para as três dimensões, ressaltando que permitir que o leitor enxergue os objetos das reportagens sob diferentes perspectivas possibilita novas formas de storytelling que não eram exploradas com o uso da fotografia e do vídeo.


“Hoje o indivíduo se explora e acredita que isso é realização”

O filósofo sul-coreano Byung-Chul Han, um destacado dissecador da sociedade do hiperconsumismo, fala sobre suas críticas ao “inferno do igual”



As Torres Gêmeas, edifícios idênticos que se refletem mutuamente, um sistema fechado em si mesmo, impondo o igual e excluindo o diferente e que foram alvo de um ataque que abriu um buraco no sistema global do igual. Ou as pessoas praticando binge watching (maratonas de séries), visualizando continuamente só aquilo de que gostam: mais uma vez, multiplicando o igual, nunca o diferente ou o outro... São duas das poderosas imagens utilizadas pelo filósofo sul coreano Byung-Chul Han (Seul, 1959), um dos mais reconhecidos dissecadores dos males que acometem a sociedade hiperconsumista e neoliberal depois da queda do Muro de Berlim. Livros como A Sociedade do Cansaço, Psicopolítica e A Expulsão do Diferente reúnem seu denso discurso intelectual, que ele desenvolve sempre em rede: conecta tudo, como faz com suas mãos muito abertas, de dedos longos que se juntam enquanto ajeita um curto rabo de cavalo.


“No 1984 orwelliano a sociedade era consciente de que estava sendo dominada; hoje não temos nem essa consciência de dominação”, alertou em sua palestra no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona (CCCB), na Espanha, onde o professor formado e radicado na Alemanha falou sobre a expulsão da diferença. E expôs sua particular visão de mundo, construída a partir da tese de que os indivíduos hoje se autoexploram e têm pavor do outro, do diferente. Vivendo, assim, “no deserto, ou no inferno, do igual”.


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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Site brasileiro permite que cidadão ajude em pesquisa científica

Iniciativa quer incentivar a sociedade a se aproximar da ciência



Bianca Bento, 39, aproveitou o sábado para coletar dados sobre resíduos plásticos na praia do Recreio, na zona oeste do Rio. Seria um dia normal para um pesquisador da área, mas o detalhe é que Bianca é dentista.


As informações que ela ajudou a coletar gratuitamente foram depois cadastradas no site Fast Science e usadas pelo Programa de Dinâmica dos Oceanos e da Terra, da UFF (Universidade Federal Fluminense).


A plataforma on-line permite que qualquer pessoa participe de uma pesquisa científica e já reúne 282 usuários atuando em 13 projetos.


Vejam a matéria completa aqui . 

Plataforma de normas técnicas da ABNT NBR e Mercosul


A Coordenadoria da Rede de Bibliotecas (CRBU) da Unifesp disponibiliza serviço de acesso as 17.000 normas da série ABNT NBR e Mercosul.


O contrato com o fornecedor atual será encerrado no dia 9 de março, mas a nova contratação está em andamento.


O serviço está disponível para toda a comunidade Unifesp. O conteúdo é acessível por computador, tablet ou smartphone e, fora das dependências da universidade, é disponível também via Proxy ou VPN.


A plataforma de normas técnicas permite leitura online, download e impressão do material.


Maiores informações, entre no site da Coordenadoria da Rede de Bibliotecas da Unifesp ou já acesse o link da plataforma, ambos disponíveis logo abaixo. 


Links relacionados




FONTE: Intranet

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

CAPES disponibiliza revista National Geographic para todos os brasileiros





A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) oferece, gratuitamente, pelo Portal de Periódicos, acesso à revista National Geographic. O periódico está disponível ao público desde a primeira edição, de 1888, até o ano corrente. Por meio do acordo da CAPES com a editora responsável pela publicação, todo IP brasileiro terá acesso ao conteúdo.


Com quase 130 anos de história, a publicação é reconhecida pela qualidade em fotojornalismo e cartografia, oferecendo cobertura aprofundada de ciência, tecnologia, geografia, culturas, vida animal, meio ambiente e ecologia. Devido à variedade de temas, o título beneficia professores, estudantes, pesquisadores e outros profissionais que têm curiosidade acadêmica e gostam de ampliar seus conhecimentos.


Na página da revista, os usuários também têm acesso a edições da National Geographic Brasil, além de materiais de áudio e vídeo originais produzidos pelas expedições da National Geographic Society – entidade norte-americana responsável pela editoração do conteúdo.


A National Geographic é mensal e divulgada em vários países. Possui visibilidade internacional devido à sua qualidade editorial e está indexada em uma plataforma de busca de fácil acesso, que permite navegação rápida pelos assuntos de interesse. O periódico é publicado em mais de 30 idiomas, incluindo português, grego, polonês, coreano, hebraico, tcheco e romeno.


A pesquisa pode ser feita por meio de qualquer computador ligado à internet – em casa, na escola, no trabalho ou onde o usuário se sentir confortável para navegar e explorar o conteúdo disponível. Além de visualizar na íntegra os artigos, é possível armazenar as informações de interesse em uma conta pessoal ou ainda imprimir o material para posterior leitura.


O acesso pode ser realizado a partir do banner localizado na página inicial do Portal – área “Parceiros” – ou no link buscar base. Há ainda a possibilidade de pesquisa pelo campo buscar periódico, onde o usuário encontrará as opções National Geographic Adventure, National Geographic Explorer e National Geographic Traveler.


Portal de Periódicos


O Portal de Periódicos da CAPES é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Com um acervo de mais de 38 mil títulos com texto completo, 134 bases referenciais, 11 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.



Criado para ampliar o acesso das bibliotecas brasileiras à informação científica internacional, o Portal é considerado um modelo de consórcio de bibliotecas único no mundo, pois é inteiramente financiado pelo governo brasileiro. Devido a sua abrangência nacional o Portal é a iniciativa do gênero com o maior alcance no planeta.


Verifique o conteúdo do Portal de Periódicos disponível para sua instituição.


(Com informações do Portal de Periódicos da CAPES – CCS/CAPES)


FONTE: Capes 

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Brasil patina na guerra fiscal global e pode perder novos investimentos


Está em curso uma espécie de guerra fiscal global. Um número cada vez maior de países corta tributos para atrair empresas dispostas a produzir em seus territórios. O Brasil -que amarga uma crise fiscal e se esforça para não promover uma nova rodada de aumento de impostos- corre o risco de ficar para trás, o que significaria perda de investimentos e de empregos.


O exemplo mais retumbante dessa competição vem do Norte. Em dezembro, os congressistas americanos aprovaram a redução da alíquota do imposto sobre o lucro das empresas de 35% para 21%.


Ao Sul, porém, há movimentos na mesma direção. Na virada do ano, a Argentina seguiu Donald Trump e também aprovou um corte tributária progressivo.



A lista de nações que já anunciaram a intenção de reduzir os tributos corporativos nos próximos dois anos é diversificada. Inclui Japão, Grécia, Bélgica e Reino Unido. A expectativa é que o México, pressionado pelas mudanças americanas, entre na fila. 


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Para garantir competitividade, empresas brasileiras se adaptam à indústria 4.0

Melhora na economia e diminuição de custos têm levado companhias a investir em processos de robotização e digitalização

     Expectativa é que, em 10 anos, 15% das fábricas atuem dentro do conceito 4.0 Foto: Werther                               Santana/Estadão


Passada a fase mais crítica da crise econômica, empresas começam a pôr em prática planos para se adaptarem à chamada indústria 4.0. Na visão de executivos, analistas e do governo, 2018 será um ano de importante avanço de projetos para o País não ficar à margem do que é considerado a quarta revolução industrial. 


A expectativa é que, em dez anos, 15% das indústrias atuem no conceito da indústria 4.0, que se dá principalmente pela digitalização e robotização. Hoje, menos de 2% das empresas estão inseridas nesse conceito, segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério da Indústria e Comércio (Mdic). 


Esse porcentual já é realidade na Alemanha, na Coreia do Sul, nos EUA e em Israel, e cresce anualmente. “Felizmente, 2018 vai marcar a arrancada da indústria brasileira para a transformação digital”, diz José Rizzo, presidente da empresa de automação Pollux e da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII).


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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

CVM proíbe fundos de investir em bitcoin e criptomoedas


A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) proibiu nesta sexta (12) gestores e administradores de fundos de investirem em bitcoins e outras criptomoedas, de acordo com ofício divulgado pela autarquia.


Segundo Daniel Maeda, superintendente da SIN (Superintendência de Relações com Investidores Institucionais), não se chegou, no Brasil e em outros países, a uma conclusão sobre a natureza jurídica e econômica dessas modalidades de investimento.


O ofício diz que a superintendência tem levado em consideração as discussões sobre investimento em criptomoedas, diretamente pelos fundos ou de outras formas, mas avalia que o debate ainda é "bastante incipiente" e possui riscos, considerando projeto de lei que busca impedir, restringir ou mesmo criminalizar a negociação desses investimentos.



"Assim, no entendimento da área técnica é inegável que, em relação a tal investimento, há ainda muitos outros riscos associados a sua própria natureza (como riscos de ordem de segurança cibernética e particulares de custódia), ou mesmo ligados à legalidade futura de sua aquisição ou negociação", afirma o documento. 


Vejam a matéria na íntegra aqui . 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Indústria 4.0: A Revolução Inevitável

Todos os segmentos serão diretamente impactados





Essencialmente, a transição para a 4ª Revolução Industrial passa pela adoção de um novo modelo de negócio digital. Pela perspectiva estratégica, a implementação das mudanças para este novo modelo deve garantir a integração interna vertical dos processos de produção, bem como a integração horizontal externa na cadeia de valor, com foco sempre implacável no cliente. Como consequência desta integração, o desejo do consumidor deve se materializar, em tempo real, na linha de produção, por meio da customização individual do produto, ou serviço, a ser ofertado.


O processo de transformação é um movimento mundial que surge do posicionamento ativo do novo consumidor, também conhecido como prosumer, ou seja, aquele que, em alguns momentos, vira produtor da transformação do capitalismo pela economia de custo marginal quase zero e da adoção das novas tecnologias disruptivas, as quais geram um salto de eficiência e de integração econômica.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Feliz Ano Novo com fotos do Campus de Quitaúna

Prezados(as).


Seguem fotos tiradas em janeiro desse ano do novo campus da EPPEN.


Nas fotos podem ser visto  a estrutura do bloco sul (maior) em execução, e algumas paredes já levantadas no bloco norte (menor).


Agradecemos ao nosso Setor de Infraestrutura pelas fotos.








quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Aplicativo Seeing AI para cegos da Microsoft agora lê caligrafia, reconhece moedas e cores




A Microsoft apresentou em sua conferência AI Summit, em São Francisco, a atualização de seu aplicativo Seeing AI, inteligência artificial que fornece acessibilidade para pessoas com deficiência visual. De acordo com a empresa, desde o lançamento do app no início desse ano, foram feitos poucos mais de 100 mil downloads do recurso. Por esse motivo a Microsoft está expandindo o Seeing AI para 35 países e atualizando algumas funções. 


Um dos novos recursos do aplicativo é o reconhecimento de moedas; dólar americano, dólar canadense, euros e libras. O Seeing AI também pode reconhecer cores de objetos específicos, como roupas, e traz a maior novidade que é a leitura de textos escritos à mão, antes só reconhecidos quando impressos em fontes pré determinadas. 


Também é possível personalizar a voz e a velocidade da descrição do aplicativo. Um outro recurso que a Microsoft apresentou é um detector de intensidade de luz que indica isso pelo som. Esse indicador poderá prevenir que o usuário toque em lâmpadas ou LEDs que estejam ligados (e quentes!) para verificar se a luz está acesa.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Unifesp obtém nota máxima no IGC

Instituição é a sexta melhor universidade dentre as 12 com conceito máximo no país


A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) obteve pelo quarto ano consecutivo o conceito máximo (5) no Índice Geral de Cursos (IGC) referente ao ano de 2016, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que é ligado ao Ministério da Educação (MEC).


Durante o ciclo avaliativo, que compreendeu os anos de 2014, 2015 e 2016, a Unifesp teve os seguintes cursos de graduação avaliados: Campus Baixada Santista: Educação Física (Bacharelado), Fisioterapia, Nutrição, Psicologia e Serviço Social; Campus Diadema: Ciências Biológicas (Bacharelado), Engenharia Química, Farmácia e Química (Bacharelado); Campus Guarulhos: Ciências Sociais (Bacharelado e Licenciatura), Filosofia (Bacharelado e Licenciatura), História (Bacharelado e Licenciatura), Letras-Português (Bacharelado e Licenciatura), Letras-Português e Inglês (Licenciatura), Letras-Português e Espanhol (Licenciatura) e Pedagogia (Licenciatura); Campus Osasco: Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Relações Internacionais; Campus São José dos Campos: Ciência da Computação (Bacharelado) e Matemática (Bacharelado); Campus São Paulo: Biomedicina, Enfermagem, Fonoaudiologia, Medicina e Tecnologia em Radiologia.


A pró-reitora de Graduação da Unifesp, Isabel Quadros, explica que o cálculo do IGC engloba os conceitos dos cursos de graduação e dos programas de pós-graduação (mestrado e doutorado), que por sua vez levam em consideração o desempenho dos estudantes, as condições de infraestrutura e instalações, a formação e produção do corpo docente, organização didático-pedagógica dos cursos, entre outros fatores. Ela celebrou a obtenção da nota máxima. “Apenas 12 universidades no país obtiveram conceito 5 em 2016, e a Unifesp é uma delas, mantendo o conceito máximo obtido no ano anterior, quando realizado o recredenciamento institucional da universidade pelo MEC”.


Em 2016, foram avaliados os bacharelados nas grandes áreas de Saúde, Ciências Agrárias e áreas afins e os cursos tecnológicos relacionados às áreas de Ambiente e Saúde, Produção Alimentícia, Recursos Naturais, Militar e Segurança. Esse universo representou 18 áreas de avaliação, 4.300 cursos e 195.757 alunos participantes do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).


A nota do IGC varia de 1 a 5, sendo que 4 e 5 são consideradas excelentes e notas abaixo de 3, insatisfatórias. As instituições que obtiveram notas menores do que 3 ficam impossibilitadas de abrir novos campi, cursos ou aumentar o número de vagas, além de sofrerem redução de vagas já existentes ou ainda ter processos seletivos suspensos.


Confira as notas obtidas pela universidade desde 2010:


Ano do IGC Nota
2016 5
2015 5
2014 5
2013 5
2012 4
2011 5
2010 5


FONTE: Intranet Unifesp

A matemática do dinheiro

A explosão das criptomoedas está baseada em um conceito ainda mais poderoso: o blockchain





Já nos acostumamos a lidar com conteúdo digital em um grande número de situações. Enviar e receber cartas era uma forma comum de comunicação entre pessoas há apenas algumas décadas. Os filmes e seriados de TV, antes consumidos através de fitas de vídeo e depois como DVDs ou BluRays já podem ser solicitados sob demanda através de serviços de streaming (no qual o conteúdo é transmitido diretamente para o dispositivo que fez a solicitação). Nossas músicas preferidas não estão mais armazenadas em vastas coleções de CDs, mas sim em arquivos digitais, assim como os livros, que despertam acaloradas discussões entre aqueles que preferem a experiência tradicional de carregar algumas centenas de páginas versus a comodidade de levar uma biblioteca no bolso.


O dinheiro também começou sua migração irreversível para o mundo digital: não é necessário ir ao banco para pagar contas, realizar investimentos ou consultar o extrato - tudo está acessível online, via computadores, smartphones e tablets. O crescimento vertiginoso do uso de cartões de crédito ou débito assim como os pagamentos realizados através de telefones celulares diminuem a manipulação do papel-moeda que ainda insistimos em carregar. De acordo com relatório elaborado pela consultoria francesa Capgemini em parceria com o banco BNP Paribas, estima-se que este ano mais de meio trilhão de dólares em pagamentos serão realizados na modalidade "cashless" (ou seja, sem uso de dinheiro físico). O crescimento para este mercado, ainda segundo o relatório, será de cerca de 11% a.a. no período entre 2015 e 2020.


Vejam a matéria completa aqui .